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5 dicas para posicionar câmeras de segurança

 

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Se você acompanha nosso blog ou já viu algum de nossos posts, deve ter notado que sempre reforçamos a importância de ter em sistema de segurança baseado em tecnologia avançada e respaldada por equipamentos modernos e cada vez mais autônomos e inteligentes. Realmente, uma solução de videomonitoramento proativa trará inúmeros benefícios para a proteção de sua empresa e até mesmo para a eficácia operacional.

Contudo, de  nada adianta investir em produtos altamente tecnológicos se na hora de fazer a instalação desses equipamentos não houver uma mínima noção sobre qual é a maneira correta de posicioná-­los. Por isso, neste post você vai aprender como e onde posicionar as câmeras de segurança para tirar o melhor proveito do seu sistema de monitoramento e preservar seus materiais. Confira cada uma das dicas abaixo. 

#1 Faça uma análise de risco

O primeiro passo para definir em quais locais instalar suas câmeras é estudar, previamente, quais são os fatores de riscos aos quais sua empresa está exposta. Esse tipo de análise deve ser feita com base em estudos técnicos e detalhados, que apontarão os pontos críticos dentro da sua planta.

Além de identificar as áreas de maior vulnerabilidade, a análise de riscos também deve indicar o nível de criticidade de cada ponto que deve ser monitorado e estabelecer as prioridades de segurança. Com isso, é possível montar um plano de ações para contornar esses problemas.  

Geralmente, os focos para vigilância são: entrada, acesso dos fundos, ambientes com objetos de valor e locais com grande fluxo de pessoas. Porém, cada um desses pontos são variáveis e mudam de acordo com cada organização. Enquanto determinada empresa pode ter mais vulnerabilidade no perímetro externo e necessitar de maior número de câmeras nos muros, outra pode ter mais riscos em seus corredores internos e entradas das salas, por exemplo, exigindo mais câmeras nos arredores de portas e janelas internas.

Por isso, é importante entender que não existem regras fixas sobre os locais exatos a serem monitorados e quais destes precisam de atenção especial. Cada caso deve ser analisado especificamente, levando em conta características como o tipo de planta, ramo de atuação, insumos manipulados, quantidade de funcionários, etc.

Após realizar sua análise de risco e definir quais áreas da sua planta terão cobertura dos equipamentos de segurança, o segundo passo é aprender a melhor maneira de implantá-los para garantir máxima eficiência e cobertura. Os pontos a seguir são bastante importantes e é essencial tê-los em mente na hora realizar as instalações. Entenda cada um eles.

 

#2 Escolha correta da altura   

O primeiro fator que interfere diretamente na qualidade das filmagens e até na preservação dos equipamentos é altura em que as câmeras serão posicionadas. Por exemplo, se o posicionamento for muito baixo e em uma área externa, você irá expor seu equipamento ao vandalismo e outros tipos de danificações. Por sua vez, câmeras colocadas em uma altura muito elevada irão exigir uma resolução superior e iluminação reforçada.

É claro que a melhor altura vai depender da finalidade de vigilância, do tipo de equipamento e do tamanho da área a ser monitora. Mas, de uma maneira geral, podemos dizer que o recomendado é que as câmeras fiquem a pouco mais de 3 metros de altura do chão, para que não possam ser alcançadas facilmente e não limitem demais o seu campo de visão.   

 

#3 Posicionar câmeras em áreas externas    

Antes de falarmos especificamente do posicionamento, é preciso dizer que ao fazer a instalação de câmeras em áreas externas, você deve assegurar que os equipamentos utilizados sejam específicos para essa finalidade, já que deverão resistir a adversidades como chuva, calor forte e outros. Uma opção é optar por caixas protetoras à prova d’água e de temperatura, que são ideais para essas circunstâncias. Também é possível proteger seu material embaixo de toldos e telhas já existentes.  

Agora, voltando à questão da instalação desses equipamentos, o recomendável é posicioná-­los na direção contrária à luz do Sol, uma vez que os raios podem superaquecer o sensor das câmeras. Caso seja necessário, é possível, no máximo, posicionar o produto de forma que a energia solar atinja sua lateral ou em um ângulo indireto.

Caso use câmeras digitais, atente também para a distância das câmeras dos equipamentos de rede. Por especificação técnica, cabos IPs não devem ter mais de 100 metros de comprimento para manter a melhor performance. Além disso, certifique-se que a fonte de alimentação PoE que você usa é adequada ao funcionamento.

 

#4 Posicionar câmeras em ambientes internos    

Podemos dizer que o posicionamento de câmeras de vigilância em ambientes internos é menos complexo do que em áreas externas, já que elas ficam menos suscetíveis a variações climáticas e danos propositais. Ainda assim, é preciso estar atento para as variáveis quanto aos diferentes locais internos e o propósito de monitoramento.  

Mais uma vez, cuidado com a altura das câmeras internas. Apesar de internamente o risco de vandalismo ser menor, alguém mal intencionado pode colocar algum objeto na câmera que impeça a captura de imagens, ou simplesmente apontá-la para outro local.

É comum lembrarmos de posicionar câmeras próximo às portas. Porém, não se esqueça das janelas com visão para a rua. Câmeras internas monitorando janelas podem capturar imagens de uma invasão caso haja a câmera externa sofra algum tipo de vandalismo. Outra dica interessante é para filmagem de corredores. Para esses espaços, utilize câmeras com filmagem vertical. 

 

#5 Cuidados com a iluminação    

Por fim, um dos grandes cuidados que se deve tomar ao instalar as câmeras de monitoramento é com a iluminação do local onde serão posicionadas. Além do superaquecimento do equipamento que já explicamos acima, a luz solar externa também pode interferir na visibilidade de algum ponto a ser monitorado, que ficará prejudicado por horas até que o Sol mude de posição. Ou seja, a recomendação de posicionar a câmera contra a luz natural ou, pelo menos, apontá-las em um ângulo indireto continua valendo para trazer nitidez às imagens captadas.

Além disso, dois pontos neste dica são bastante decisivos para fornecer dados de alta qualidade e ter seu sistema de vigilância funcionando corretamente.

 

Mantenha fontes a uma distância segura

Lâmpadas e holofotes são bastante empregados de forma conjunta aos sistemas de vigilância, buscando auxiliar na visibilidade. Porém, existe o risco de usar fontes de luz muito próximas aos equipamentos e acabar gerando “clarões” nas imagens capturadas. Outro risco são fontes de luz originadas ocasionalmente de elementos externos ao ambiente que você está monitoramento e que podem gerar áreas de sombra momentâneas.

Apontar sua câmera para portas, por exemplo, requer atenção. Quando a porta se abre, ocorre uma mudança repentina pela entrada de iluminação, o que pode fazer o seu alvo escurecer e ser difícil de identificar por se encontrar numa área sombreada. A recomendação, portanto, é que a câmera não esteja encarando entradas externas de luz (isso vale também para janelas e vidraças que podem refletir a luz).

 

Esteja preparado para a noite

Caso sua sua câmera não tenha visão noturna (como infravermelho), você precisa ter cuidados adicionais no posicionamento do equipamento. Para conseguir gravar no escuro, é preciso planejar ações de iluminação para esse horário, a exemplo de lâmpadas com acendimento automático, e garantir que cubra toda a área desejada. Faça um teste durante esse horário e observe se as fontes de luz instaladas são suficientes para aquele ambiente e, se preciso, faça mudanças.

 

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